Publicado por Veja Notícias no dia 12/07/2021 as 10:10

Vamos de imediato imagina nosso cenário econômico, social e político desde de 2020, onde a pandemia doo COVID-19 começou, que todos sabem que não está muito bem.

Agora, um setor que está indo na contramão e de produtos eróticos e fantasias sensuais, isso mesmo, não estou falando de pornográfica, mais sim de venda de géis, vibradores entre outros.

Curioso? Fica comigo que vamos falar dos 3(três) que aumentou as vendas desse setor.

Como está o mercado erótico?

Primeiro entenda que esse segmento fatura bilhões anualmente, ele e tão discreto que poucas as pessoas sabem tão lucrativo é esse setor.

Crescimento dele desde de 2006 onde começou uma análise mais aprofundada, sempre esteve na casa dos dois dígitos, chegando em 2020 mais de 3 bilhões estimados de acordo com ABEME (Associação Brasileira de Empresas Mercado Erótico).

E isso está longe de acabar, estamos na 59° posição de consumo desse tipo de produto, com uma média de 17 pessoas para cada 1000 sexualmente ativa, afirma ter usado um produto erótico.

Estamos falando do Brasil, com uma população acima de 200 milhões de habitantes, esses números deixa animador qualquer empreendedor.

Agora vamos de vez aos 3 pontos que faz a venda de produtos eróticos ser blindado para crise.

Você deve estar pensando que não tem novidade nisso, pois todos nós ainda nascemos de uma mãe, ainda não existem máquinas como nos filmes de ficção científica.

Agora imagina o tamanho do mercado, quantidade de pessoas que tem nosso planeta terra, e não e somente nesse ponto.

Sexo faz parte da necessidade humana de perpetuar a nossa espécie, todos dias tem milhões e milhões de homens e mulheres fazendo a coisa.

Outro ponto, e as Mulheres estão mais exigentes, isso contribuiu para que homens quebrasse o tabu e fosse mais vezes ao sex shop para melhorar as relações sexuais.

Um informação extra, vibradores estão em falta devido o isolamento social, olha que estamos falando e pouco.

Sempre foi Delivery.

Sabe aquele ditado, “nada contra maré”, tem aquele outro, “aproveite a onda”, os dois se encaixa para sex shop.

Antes da pandemia estimativas era que 75% a 85% das vendas eram entrega, poucas pessoas vão a uma loja, então quanto muitas empresas estavam se adaptando a vender via delivery e com loja virtual.

Sex shop estavam aproveitando a onda e continuando seu faturamento, sem se prejudica com lock dow em diversas cidades de maneira tranquila.

Isso foi excelente pois com os casais em casa, procurar produtos para sair da rotina se tornou mais comum.

O mercado está se profissionalizando.

Um setor excelente com grande crescimento e ainda vamos ver muita coisa surgir.

O que vemos analisando as empresas seja distribuidores, loja virtual, loja física e até revendedores, que ocorre uma maturidade lenta do setor.

Por mais que vemos até lançamento de Franquia Barata para sex shop, grandes lojas com produtos e variedades a perde de vista.

O setor precisa de uma grande marca sendo ela inovadora e criativa para puxa uma nova onda no mercado erótico.

Diante de tanta informação podemos concluir que empresas como Inspire-se, Cupido, Cordial, Dss, Litoral, entre outras estão procurando estabelece novas tendências.

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