Publicado por Veja Notícias no dia 01/02/2021 as 17:32

Você já deve ter visto uma cena: muito cabelo escorria de canos de esgoto, escovas, travesseiros. Desesperado para ver que o cabelo não voltava a crescer no couro cabeludo.

A perda excessiva de cabelo é chamada de alopecia e pode ocorrer por vários motivos. Dr. Adriano Almeida, Diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo (SBC).

Professor de Tribologia, explicou: “O problema pode ser causado pela falta de nutrientes como ferro e zinco. Complicações da tireoide e até mesmo restrições alimentares.”

Felizmente, com o tratamento adequado, essas causas podem ser revertidas. De soluções tópicas (como o tratamento com xampus e pomadas) para suplementos vitamínicos.

O problema é quando esses métodos alternativos não são suficientes (por exemplo, alopecia androgenética).

Como o nome sugere, esta é uma doença geneticamente relacionada na qual alterações hormonais (testosterona em homens e estrogênio em mulheres).

Causam defeitos óbvios no couro cabeludo. Surpreendentemente, a calvície afeta homens e mulheres igualmente. Os especialistas afirmam:

“A diferença é que as mulheres são menos graves e mais dispersas.” Embora os casos de calvície também incluam tratamentos anteriores, a melhor forma de se livrar desse problema.

É o transplante e implantação – Adriano e Cirurgia Plástica no Rio de Janeiro Dra Juliana Sales deu uma explicação detalhada:

1. Próteses

Eles podem ser parciais para cobrir a área da falha da cabeça ou podem ser inteiros (como uma peruca).

Não se preocupe: as tecnologias disponíveis estão se tornando cada vez mais naturais.

Vantagens: método não invasivo.

Desvantagens: A opção de colar no couro cabeludo exige o cabelo na região a ser raspada. Embora esteja bem fixado, deve ser limpo e manuseado (requer manutenção frequente).

2. FUT (follicular unit transplantation)

Os enxertos feitos na década de 1990 têm retirado uma tira de couro para posterior implantação na área afetada, que é feita raiz por raiz.

Vantagens: Como o cabelo transplantado é do próprio paciente, o resultado é o mais natural possível. Além disso, se os fios caírem do dreno, eles reaparecerão novamente!

Desvantagens: O procedimento requer sedativos, e a remoção das cicatrizes no local é inevitável (embora seja recoberta pelos pelos nascidos).

A reabilitação será mais dolorosa e o paciente ficará com a agulha por cerca de uma semana.

3. FUE (follicular unit extraction)

Este tipo de processo é feito por extração linha a linha (sem retirar parte do couro cabeludo como no FUT). No entanto, é necessário raspar a parte onde as raízes serão removidas.

Vantagens: Sem cicatrizes e com o mesmo aspecto natural do FUT.

Desvantagens: O paciente pode raspar as tiras por um período de tempo. Ele também precisa de sedativos.

4. Hairstetics

Novidade é um produto inovador de Israel, indicado para quem não possui áreas doadoras suficientes para transplantes.

Por meio de uma seringa com microagulhas, pode-se implantar fio de náilon (o mesmo material utilizado na cirurgia, de 12 a 25 unidades por vez) para imitar o cabelo.

Vantagens: Processo rápido, os pacientes só precisam de anestesia local para retomar as atividades normais uma hora após a cirurgia.

A perda média é de apenas 10% dos fios anuais implantados. Existem opções para cabelos lisos e cacheados.

Desvantagens: Como o produto implantado não é o cabelo do próprio paciente, ocorrerá rejeição biológica (por isso o implante de 48 fios é usado para teste).

Como o novo pavio não crescerá novamente depois de cair, é recomendável mantê-lo a cada 4 anos. Além disso, evite operar equipamentos (como chapinhas) em altas temperaturas.

Libere corantes apenas quando eles não contiverem amônia. As opções de cores também são reduzidas: são apenas sete.

Veja Notícias

Veja Notícias

O Veja Notícias é um portal de variedades para leitores de todo o Brasil.

Outros artigos

Dicas para aumentar a segurança de sua casa

8 de março de 2021

Dicas para aumentar a segurança de sua casa

Todos nós temos o desejo da segurança, E sempre pensamos em estar em outro lugar para se sentirmos mais seguros. Conheço pessoas que de 6 em 6 meses, entram dentro ...